Grandes Cases de Embalagem: explicar é preciso

Para convencer o júri, não basta o projeto ser bom. É preciso mostrar seus pontos fortes

Uma das principais características do Prêmio Grandes Cases de Embalagem é a sua forma de análise para escolher os vencedores de cada edição. Estruturada com base na metodologia de estudos de caso, a premiação avalia os resultados apresentados pelos projetos, contrapondo-os aos objetivos propostos e levando em conta a engenhosidade da solução adotada. E, talvez, um de seus grandes diferenciais seja, justamente, explicitar a fundamentação da decisão dos jurados com vídeos explicativos que resumem a história apresentada.

Essa opção por transparência nos resultados sempre foi um dos pilares estruturantes do Prêmio Grandes Cases de Embalagem, e foi introduzida logo na primeira edição para que o público pudesse entender como projetos às vezes menos vistosos tornavam-se vencedores. O cuidado adicional, no processo de julgamento, é validar a história contada nas fichas de inscrição com o que se vê nas amostras enviadas.

Essa etapa é realizada com uma reunião corpo de jurados, que avaliam se o que se apresenta nas descrições é condizente com as embalagens que têm em mãos, e trocam opiniões sobre aspectos dos projetos, podendo então definir, por consenso, a lista final de ganhadores.

Por isso, é recomendável que, ao inscrever seus projetos no Prêmio Grandes Cases de Embalagem, as empresas tenham o cuidado de levantar previamente informações que possam auxiliar os jurados a entender o contexto do desenvolvimento e, principalmente, quais foram os benefícios trazidos – para a empresa, para seus consumidores e/ou para a sociedade em geral. Em outras palavras, é preciso mostrar os pontos fortes do projeto.

Nesse ponto, cabe uma explicação adicional. Os benefícios podem ser variados – ganhos de produtividade em linha, redução de custo, menor impacto ambiental, melhor experiência de consumo, entre outros – e podem ser combinados. Quanto mais robustas forem as evidências de que a embalagem em questão trouxe bons resultados, maiores as chances de que seja premiada.

Dessa forma, é fundamental que se entenda que os aspectos relevantes do desenvolvimento de embalagem que se está submetendo ao crivo do júri nem sempre são visíveis a quem não participou ativamente do projeto. Trazer, de forma objetiva, as informações importantes é fundamental. Para quem fica em dúvida sobre a força de suas inscrições, os organizadores sugerem que se faça um exercício: verifique se, com base no texto enviado aos jurados, é possível produzir um roteiro similar ao utilizado nos vídeos explicativos dos vencedores de edições anteriores da premiação (disponíveis em youtube.com/EmbalagemMarca). Afinal, é com base nas informações fornecidas que a equipe do Prêmio Grandes Cases de Embalagem os produz.

Produzido como uma embalagem

O troféu entregue aos vencedores do Prêmio Grandes Cases de Embalagem, criado pelo renomado designer internacional Karim Rashid (karimrashid.com) em 2010, incorpora tecnologias e processos adotados pela indústria de embalagem.

Produzidas em sopro convencional (extrusion blow moulding) com resina da Braskem e masterbatches e aditivos da Avient, as peças são transformadas pela Plimax, e têm suas bases usinadas pela Global Moldes. Anualmente, as cores e as tecnologias são atualizadas, fazendo com que os troféus sejam um laboratório de inovações e tendências.

Os vencedores recebem seus troféus, no dia da cerimônia, acondicionados em estojos produzidos pela Antilhas Embalagens. Em 2023, utilizarão papel cartão da Papirus.

Da mesma forma que uma embalagem, o troféu envolve o conhecimento e o esforço de diferentes parceiros.

Criado em 2010 pelo designer Karim Rashid, o troféu do Prêmio Grandes
Cases de Embalagem é produzido com tecnologias e processos de fabricação de embalagens

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