Serigrafia 3D permite aplicar elementos em relevo e informações em braile diretamente nas embalagens

À medida que a indústria de embalagens amplia o olhar sobre acessibilidade, o design passa a incorporar recursos capazes de facilitar a interação de diferentes públicos com os produtos. Nesse cenário, tecnologias que associam estética e funcionalidade ganham espaço ao transformar a própria embalagem em um canal de informação.
A Wheaton, referência na fabricação de embalagens de vidro, aposta na Serigrafia 3D como uma dessas possibilidades. A tecnologia permite criar elementos em relevo na superfície das peças, incluindo a aplicação de informações em braile, recurso que facilita a identificação dos produtos por pessoas com deficiência visual.
A aplicação do braile diretamente no vidro pode contribuir para ampliar a autonomia do consumidor, permitindo o reconhecimento de informações pelo toque sem depender exclusivamente de recursos externos à embalagem. Além de favorecer o acesso à comunicação do produto, a iniciativa mostra como as escolhas de acabamento podem assumir funções práticas no cotidiano.
O recurso também amplia as possibilidades criativas para as marcas, que podem explorar diferentes formas, texturas e aplicações sem abrir mão da identidade visual das embalagens. Dessa forma, o vidro passa a reunir atributos estéticos e funcionais em uma mesma peça.
“Ao tornar a embalagem mais inclusiva, também fortalecemos a conexão do consumidor com as marcas, que passam a demonstrar atenção às diferentes necessidades e experiências de consumo”, afirma Caroline Mass, Gerente de Marketing da Wheaton.
A iniciativa acompanha um movimento de mercado em que a inclusão passa a ser considerada também nos detalhes dos produtos. Ao incorporar recursos táteis à embalagem, as marcas podem tornar informações mais acessíveis e criar uma relação mais direta entre o consumidor e o produto.
“Cada detalhe de uma embalagem pode contribuir para uma experiência mais inclusiva. Nosso objetivo é desenvolver soluções que valorizem a diversidade e mostrem que inovar também significa ampliar o acesso à informação e aos produtos para todos.”, destaca Caroline Mass.


