A história do guaraná começou no século XVII. Em 1669, o padre João Felipe Bettenford estava em uma missão jesuíta no Amazonas, e ao observar os índios Maués, acabou “descobrindo” o Guaraná.
Os índios amassavam o fruto em uma cuia e bebiam. Além de dar energia aos índios, a bebida também era usada para curar febres, cãibras e dores de cabeça.
Em 1905, o médico Luiz Pereira Barreto criou a tecnologia para processamento do guaraná e abriu as portas para a criação de um refrigerante tipicamente brasileiro, com o lançamento do seu Guaraná Espumante.
Em 1921 foi lançado industrialmente pela Companhia Antarctica Paulista o primeiro refrigerante com o fruto amazônico: o Guaraná Champagne Antarctica, uma referência às bolhas da bebida carbonatada.
Até 1981, a única embalagem disponível eram as garrafas de vidro standard, de 290 mililitros, de 1 litro e a Caçulinha, de 185 mililitros.
Em 1981 foram lançadas as primeiras latas do guaraná feitas com folhas de flandres, em 1989 as latinhas de alumínio. Depois vieram as garrafas de vidro com formato exclusivo e, na década de 1990, chegaram as garrafas de PET.
Em 2013, o Guaraná Antarctica foi o primeiro refrigerante a utilizar garrafas de PET feitas com 100% de material reciclável.
A denominação Guaraná Champagne estampou as embalagens até 2002, quando a marca passou a ser apenas Guaraná Antarctica.