Minha percepção é de que a feira foi muito voltada à circularidade. No plástico, havia muitas frentes de PCR (reciclado pós-consumo), inclusive com iniciativas para aplicações em embalagens para food.
A feira estava muito mais “madura” que em edições anteriores, no sentido de propor soluções inovadoras, mas com muito foco em custo e performance.
Por fim, a Interpack mais uma vez demonstrou a potência do mercado de embalagens no mundo, com a presença cada vez maior de participantes e companhias não europeias e não americanas.

Bernardo Castro, gerente comercial da Fibrasa (na foto, à esquerda, ao lado de Leo de Castro, ao centro, Marino Escudero e Adriano Dante, todos da Fibrasa)


